20 de September de 2021

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Crise na Educação de Porto Seguro

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O ano letivo, que se dependesse dos professores teria começado dia 11 de fevereiro, não começou igual nas escolas municipais de Porto Seguro no dia 29, como queria a prefeitura, devido aos problemas de estrutura e de pessoal. Faltaram carteiras escolares; mesas; professores e também pessoal de apoio, inclusive merendeiras. A falta de planejamento gerou o caos que se viu, porque dinheiro a APLB garante que a prefeitura teve destinado a Educação.

Numa escola em Vera Cruz, por exemplo, o telhado corria risco de cair, levando alunos a protestarem nas ruas do distrito.

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A APLB, inclusive, já fez diversas manifestações nas ruas, já procurou o Ministério Público antes mesmo do caos acontecer, mas a previsão para o futuro ainda é pessimista, pois a lei determina que o ano letivo tenha exatos 200 dias, no mínimo, o que significa ter que forçar os alunos e professores a perderem muitos sábados para cumprir o calendário escolar. Um transtorno que poderia ser evitado.

Fonte: Bahia40°

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